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Hypermarcas ganha força no setor farmacêutico PDF Imprimir E-mail
Seg, 21 de Setembro de 2015 17:53
Empresa já é vice-líder de mercado e deixou para trás a francesa Sanofi
Criada em 2001 para ser um gigante do consumo, a Hypermarcas começou a mudar de rota em 2009, quando a empresa passou a fazer pesadas apostas no segmento farmacêutico, que registrou crescimento acima de dois dígitos até o ano passado e hoje responde por 55% da receita do grupo.
Em agosto, sua participação de mercado ficou em 12,81%, quase encostada na líder, que encerrou o mesmo mês com fatia de 13,17%, de acordo com a consultoria IMS Health, especializada no setor farmacêutico. A companhia tirou em 2013 a vice-liderança da francesa Sanofi, dona da Medley, que tem hoje 8,69% do mercado brasileiro.
A empresa deseja a liderança de mercado. Para chegar lá, alguns fatores podem pesar a seu favor, segundo o analista do Bradesco BBI, Ricardo Boiati. Um deles é seu custo de produção de genéricos, que, em função de um parque fabril moderno, chega a ser 30% inferior ao dos principais concorrentes. Além disso, Boiati afirma que a companhia fez investimentos em marketing na marca Neo Química, tentando diferenciar o laboratório de medicamentos genéricos, que são considerados uma espécie de commodity no setor
Fonte: O Estado de S.Paulo
hypermarcas 21099Empresa já é vice-líder de mercado e deixou para trás a francesa Sanofi
Criada em 2001 para ser um gigante do consumo, a Hypermarcas começou a mudar de rota em 2009, quando a empresa passou a fazer pesadas apostas no segmento farmacêutico, que registrou crescimento acima de dois dígitos até o ano passado e hoje responde por 55% da receita do grupo.
Em agosto, sua participação de mercado ficou em 12,81%, quase encostada na líder, que encerrou o mesmo mês com fatia de 13,17%, de acordo com a consultoria IMS Health, especializada no setor farmacêutico. A companhia tirou em 2013 a vice-liderança da francesa Sanofi, dona da Medley, que tem hoje 8,69% do mercado brasileiro.
A empresa deseja a liderança de mercado. Para chegar lá, alguns fatores podem pesar a seu favor, segundo o analista do Bradesco BBI, Ricardo Boiati. Um deles é seu custo de produção de genéricos, que, em função de um parque fabril moderno, chega a ser 30% inferior ao dos principais concorrentes. Além disso, Boiati afirma que a companhia fez investimentos em marketing na marca Neo Química, tentando diferenciar o laboratório de medicamentos genéricos, que são considerados uma espécie de commodity no setor
Fonte: O Estado de S.Paulo
 
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